terça-feira, 9 de março de 2010

Profissão de Fé em Janeiro

Em Janeiro de 2010 tivemos mais uma Profissão de Fé
Este são nossos novos irmãos
São eles: Haisa, Washintong, Samuel, Diomária, Sheron, Dislene e Armando
Todos foram recebidos com muita alegria
Deus também se alegra quando as pessoas querem seguí-lo e serví-lo
Esta é a missão de Deus, levar o Evangelho a todos
Precisamos falar mais de Cristo, do perdão e da Salvação que Ele nos deu com sua morte na Cruz
Foi um Culto muito bonito, alegre e com a Igreja cheia

Culto de 15 anos da Laiara

O Tio Fi fazendo uma homenagem
A Laiara alegre pelo culto e festa
Foi um culto bonito com dedicação, muito louvor, leitura da Palavra e Mensagem do Pastor.
Parabéns Laiara, que Deus continue te abençoando e também sua família!!!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Estás nos céus

"Pai nosso que estás nos céus" (Mt 6.9)

Vivemos no mundo da terra. Tudo para o ser humano gira em torno da vida aqui. É muito difícil falar para alguém de algo transcendente, algo fora daquilo que se consegue ver ou enxergar, daquilo que se consegue apalpar e confirmar pelos próprios sentidos.

Por isto também que o ser humano, muitas vezes, não consegue orar. Geralmente, ele só se lembra de Deus quando alguma coisa muito grave lhe acontece. Aliás, como disse um mexicano estes dias, diante da gripe suína, que pode se transformar em uma grande epidemia mundial: "Não acredito em Deus! Mas se ele existir, só ele pode nos salvar"! Com certeza, se a doença continuar se espalhando, ele, e muitos outros que não acreditavam em Deus, vão começar a implorar à Ele, como a única esperança...

Jesus ensinou a orar, dizendo: "Pai nosso que estás nos céus" (Mt 6.9). Alguém, meio desavisado, poderia pensar que Deus nem sequer está aqui, presente na terra, para nos socorrer em nossos problemas. Pois Ele "estás nos céus".

Sim, onde está Deus?... Na verdade, Deus está em todos os lugares. E tudo ao mesmo tempo. Dizemos que Deus é "onipresente". "Oni" = tudo, todos, em tudo, em todos... "Presente" = Ele está presente, se faz presente, não se ausenta, não está longe, está perto, está do lado, está junto, está dentro, está em...

O que Jesus quis dizer com esta frase: "estás nos céus", foi apontar para o fato de que Deus é o "Senhor de todas as coisas", aquele que criou o universo com seu eterno poder, e que é Ele que tudo ainda mantém, sustenta e governa. Que tudo neste mundo depende dele, e que Ele, lá do seu trono eterno, tudo observa e tudo controla.

Em Ef 3.20 diz que Deus "é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós". Dele depende a vida, apesar de o ser humano, e nós juntos, muitas vezes pensamos que podemos tudo, que somos nós que nos mandamos, ou que podemos fazer tudo que quisermos.

Jesus quis dizer que quando oramos: "Pai nosso que estás nos céus", devemos nos lembrar que quem está cuidando de nós, e que quer ouvir a nossas orações, e que vai nos atender, é o mesmo Deus que criou tudo, toda a vida que existe. Que este a quem oramos, não é alguém fraco, incapaz de nos ouvir e de nos atender. Pelo contrário: como dizemos no Credo Apostólico: "Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, criador do céu e da terra".

Este fato, de que falamos com um Deus que pode tudo, e que, por amor ao seu Filho Jesus Cristo, o nosso Salvador, deve nos animar a orarmos sempre mais. O filme "Guerra dos Mundos" é uma ficção, que diz que durante milhões de anos haveria extra-terrestes nos observando... e que estes, depois de terem nos estudado nos mínimos detalhes, resolvem nos destruir. E acabam mortos, por virus humanos, para os quais eles não tem proteção. Isto é pura ficção...

Mas a verdade é que tem alguém que não está apenas nos observando: ele nos criou. Este é Deus. Ele não nos observa para nos destruir, mas para nos socorrer e nos ajudar. Aliás, ao invés de nos destruir, Ele veio nos salvar. E isto, sim, custou-lhe a própria vida: seu Filho Unigênito teve que morrer na cruz, para nos salvar.

E se este amor de Deus é tão grande, que Ele é capaz de, lá dos céus, enviar seu Filho Unigênito para nos ter junto dele, então podemos, realmente, orar com toda a confiança, e dizer: "Pai nosso que estás nos céus".

Nosso

"Pai nosso que estás nos céus" (Mt 6.9)


Vivemos no tempo do "eu". "Eu" sei. "Eu" faço. "Eu" mando. "Eu" sou melhor... É o tempo do egoísmo, do se aproveitar dos outros, do tirar vantagem de quem se puder... Até tem a famosa frase: "Cada um por si, e Deus por todos", que exemplifica isto muito bem.

É uma frase totalmente errada, pois, quando Jesus ensinou o "Pai Nosso", ele falou bem diferente. Ele não disse: "Meu Pai", mas mandou orar: "Pai nosso". É verdade que nós, quando oramos, dificilmente nos lembramos deste "nosso". Estamos tão preocupados com os problemas que nos afligem, que costumamos clamar: "Ah! Meu Deus..."; "Oh! Meu Pai..." E mesmo quando não usamos este tipo de expressão, geralmente pensamos apenas em nós mesmos, ou em algum amigo ou familiar por quem oramos... e não pensamos na coletividade, no "nosso".

A idéia do "nosso" é muito bonita. Ela nos coloca diante da realidade de quem é o nosso Pai, e Pai de quem Ele é: não apenas o "meu" Pai, mas de toda a humanidade. Primeiro, por direito de criação, pois Ele fez todo o universo, toda a vida, e também a vida de todos os seres humanos. Ele colocou dentro deles algo de si mesmo, pois os criou "conforme a sua imagem e semelhança". Sem pecado, santos e perfeitos, inteligentes... como Ele mesmo é. Ele é o Pai de "todos", neste sentido.

Mas sabemos que o pecado, que entrou no mundo com os primeiros seres humanos, e que passa como uma "herança maldita" para a humanidade, este tirou o ser humano de Deus. Ninguém mais tinha o direito de chamar Deus de "Pai". Mas Deus continuou amando a sua principal criatura. Um amor tão grande, que Ele providenciou a salvação dela, dando seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, para que este morresse pelos pecados de todos na cruz. E providenciou para que quem nele cresse, tivesse perdão e salvação.

Assim, quem crê em Jesus Cristo como seu "único e suficiente" Salvador, este volta a ter a Deus como seu Pai. E não sou só "eu" que sou filho de Deus. São TODOS os que creem. Estes formam a grande família de Deus na terra, a "comunhão dos santos", como diz no Credo Apostólico.

Por isto, todos os salvos tem um só Pai, que é Deus. Por isto, somos uma grande família, unidos numa só fé, tendo todos em conjunto o "nosso Pai". No Catecismo Menor está colocada a pergunta: "Por que devemos dizer: 'Pai nosso'"? E então é dada a resposta: "Nós crentes em Cristo somos todos filhos dum só Pai, devendo por isso orar uns pelos outros, e em conjunto".

O Catecismo também lembra o versículo: "Há um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos, e está em todos" (Ef 4.6).

O "nosso" nos lembra que todos os que cremos em Cristo um dia estaremos juntos no céu, e formaremos a grande família de Deus. Lá todos seremos realmente como "irmãos", como disse Jesus. E, por isto, já devemos viver neste mundo, pensando como irmãos que somos, filhos do mesmo Pai. E devemos nos preocupar uns com os outros, orar em conjunto e uns pelos outros, e viver como verdadeiros irmãos. Por isto dizemos: "Pai nosso que estás nos céus" (Mt 6.9).

Pai

"Pai nosso que estás nos céus" (Mt 6.9)

A palavra "pai", ou "mãe", é uma das mais bonitas e completas que o ser humano pode pronunciar. E é com grande expectativa que os pais esperam o dia em que o filho pequeno vá lhes chamar pela primeira vez pelo nome de "pai". Até em novelas e filmes este fato é explorado: por exemplo, um filho, que não sabe quem é o seu pai, e então chega o dia da revelação (e a novela continua...), e finalmente o filho chama aquele homem de "pai"... Emoção e lágrimas se seguem...

Jesus, ao ensinar o "Pai Nosso", também nos diz para chamarmos a Deus de "Pai". Lutero, no Catecismo, explicou isto, dizendo: "Deus quer atrair-nos carinhosamente com estas palavras, para crermos que Ele (Deus) é o nosso verdadeiro Pai, e nós os seus verdadeiros filhos, para que lhe roguemos sem temor, com toda a confiança, como filhos amados ao querido pai" (Catecismo Menor, pergunta 231).

Quando Deus nos criou, Ele era o nosso Pai. E como Pai, ele nos fez com amor e carinho, santos e perfeitos, e criou um mundo maravilhoso para o ser humano. Ele cuidou para que nada faltasse aos seus filhos, e que tudo fosse proveitoso e para o bem deles.

Mas aí o pecado entrou no mundo. E depois disto, na verdade, por causa do pecado, nós não temos mais o direito de chamar a Deus de "Pai". Mesmo Deus sendo o Pai de toda a humanidade, pois Ele nos criou. Por natureza, desde a queda em pecado, todo mundo é inimigo de Deus, e tem medo de Deus. O pecado nos afasta de Deus. E olhamos para Deus, não como um Pai, mas como um juiz, que está pronto a nos castigar e condenar.

Mas Jesus, que nos ensinou a orar "Pai Nosso", morreu por nossos pecados. E quem crê em Cristo, este se torna filho de Deus, através da fé no Salvador, como dizemos no Culto, na hora da absolvição: "Os que crêem em seu nome, lhes deu o poder de serem feitos filhos de Deus, e lhes prometeu a vida eterna", pois como filhos, somos herdeiros do que é de Deus, ou seja: o céu.

Sim, agora Deus é o nosso Pai. E como Pai que Ele é, cuida de nós, os seus filhos. Ele nunca está longe de nós, mas nos acompanha em cada pisada, e em cada suspiro. Tudo por que Ele nos ama, e só quer o nosso bem. Em 1 Jo 3.1 lemos: "Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, ao ponto de sermos chamados filhos de Deus".

E nós podemos falar com Ele, como filhos amados falam com o seu Pai. Sem medo. Sem receio. Ele está sempre pronto a nos ouvir, e a nos atender. Ele não recusa nada para nós, daquilo que for para o nosso bem.

Ele é um Pai como nenhum outro deste mundo. Como diz em Rm 8.15, por causa da graça de Cristo, e da fé que o Espírito Santo colocou em nossos corações, agora fomos adotados como filhos de Deus. Vejam bem: FILHOS de Deus. Como é bom orar o "Pai Nosso" sabendo que temos um Pai que escuta e atende os seus filhos. Amém. Sim: Amém, diz o "Nosso Pai" às nossas orações. "Pai nosso que estás nos céus".

Pai Nosso

"Pai Nosso, que estás nos céus" (Mt 6.9)

O "Pai Nosso" é a mais bela e a mais completa oração que já foi proferida neste mundo. Podemos ter e fazer muitas orações, seja em casa, ou na igreja. Podemos criar as mais belas frases que se possa imaginar para uma oração. Até podemos criar poesias fantásticas em forma de oração. Ou podemos compor os mais belos hinos, que também são orações...

Mas nada se compara ao "Pai Nosso". Esta oração contém tudo que uma oração pode conter. Podemos dizer que é a "Oração Completa", que contém dentro dela tudo que pode e deve ser colocado em uma oração.

Quantos corações atribulados já encontraram consolo nesta oração? Quanta coisa Deus já fez neste mundo, por que esta oração é, e foi feita, com corações cheios de fé? Quanta alma já foi tirada da condenação eterna, e encaminha e levada até o céu?

Esta oração foi ensinada pelo próprio Filho de Deus, Jesus Cristo. E se ela foi ensinada por Jesus, então, com certeza, ela nos traz coisas maravilhosas. Jesus, como Filho de Deus que é, que vivia com o Pai no céu, sabe o tipo de oração que agrada a Deus. E, se Ele colocou estas petições, ou pedidos, no Pai Nosso, então podemos ter certeza de que ali tem tudo que precisa.

É claro que não adianta falar o Pai Nosso, como se fosse um "mantra", ou algo assim, e imaginar de que, pelo simples falar ou repetir Deus vai nos atender. O Pai Nosso, e qualquer outra oração ou súplica diante de Deus, deve nascer de nosso coração, de nossa alma, de nossa fé em Deus e de nossa fé no Salvador Jesus. E deve ser feita pela assistência do Espírito Santo, que transforma nossas fracas palavras em uma oração que é ouvida e aceita por Deus Pai.

Aliás, você sabe por que Jesus ensinou o Pai Nosso? Você sabe o que significa cada uma das petições? A resposta para a primeira pergunta você acha em Mt 6. E a resposta para a segunda pergunta, estão no Catecismo.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Dia da Mulher

Dia Internacional da Mulher

Somos mulheres, e isto significa desabrochar como flores e carregar dentro de nós sementes que um dia poderão vir a desabrochar também. Somos sensíveis, românticas e temos características próprias que os homens, destinados a serem nossos companheiros, jamais entenderão. O que não significa que não possamos amá-los e procurar entendê-los, pois em matéria de diferença, estamos empatados. Só não podemos ser classificadas pelo tamanho de nossas bolsas ou pela cor do batom.

Na verdade, às vezes dá um pouco de inveja dos homens (no bom sentido) porque eles não carregam nada, enquanto nós parecemos carregar o mundo em nossas bolsas e nunca achamos o que queremos. Realmente, nunca sabemos também se a unha deles quebra, pois eles não fazem disso um drama.

No entanto, somos uma fortaleza, pois Deus nos dá força para sentirmos a mais temida e sonhada das dores – a dor do parto. Cá entre nós mulheres, não dá pra imaginar um homem dando à luz. É certo que sentimos outras dores totalmente estranhas para os homens, mas o que nos encanta é saber que somos para eles como árvores que oferecem conforto, descanso e paz. E nós, mulheres cristãs, buscamos seguir as mulheres que foram notáveis na Bíblia por sua sabedoria. Se não somos como Abigail, buscamos sua sabedoria e virtude; se não temos a beleza de Ester, buscamos sua força; e como Marta e Maria, também buscamos agradar a Jesus, da mesma forma que as mulheres que não se atemorizaram e ficaram ao seu redor no derradeiro momento.

Servindo com amor e alegria
Não nos importamos em servir, pois sabemos que servir é mais importante do que ser servido. Maria, mãe de Jesus, se dispôs a dar de si mesma para servir humildemente a Deus, quando o anjo anunciou que o corpo dela seria o instrumento pelo qual Cristo viria ao mundo. Ela respondeu modestamente: “aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra” (Lucas 1:38). Assim, aprendemos que submissão a Deus não significa inferioridade, mas retribuição ao imenso amor que ele tem por nós.

Hoje, nós mulheres conquistamos diferentes papéis na sociedade, incluindo papéis de liderança. Porém nossa luta está longe de terminar. Nem sempre ganhamos a batalha, mas temos ganhado muitas lutas importantes, não para sermos mais que os homens, e sim para caminharmos junto a eles como companheiras. A nossa força para lutar vem de Deus, e disso não podemos esquecer ou tudo perde o sentido.

O amor de Cristo nos motiva a viver, a querer sempre compartilhar, a querer dar antes de receber. Cristo vive em nós e através de nós. Jamais podemos perder uma gota sequer dessa fonte inesgotável de amor incondicional – Jesus Cristo. Então, podemos continuar tendo uma participação ativa na sociedade, pois CRISTO HABITA EM NOSSOS CORAÇÕES!

Ana Maria Sales dos Santos
Congregação da Penha, Rio de Janeiro

Nasce uma Mulher
Em meio a tantas expectativas
Entre tantos sonhos e esperança
Eis que um choro de criança
De repente ecoa pelo ar...
E neste mesmo instante,
Surge num ponto qualquer
Uma voz firme e possante
Que diz: “É uma mulher.”
Nasceu! É pequenina e delicada,
Mas pelo nome de mulher é chamada.
E em todo tempo, por onde ela andar
Sempre alguém vai lhe chamar
Pelo sublime nome de mulher...
Mulher... Já nasce com identidade!
Carregando sobre si a responsabilidade
De ser feminina, graciosa e diferente.
Aquela que na batalha da vida é guerreira
E na hora mais difícil e derradeira
Tem sempre um sorriso para dar...
Nasce uma mulher... Mais uma entre tantas!
Mas é única, é ímpar, é a primeira.
Aquela que o Senhor deu por
companheira
Ao homem que tão só, no paraíso vivia.
Então, ...ela encheu a sua vida de alegria
E como as flores, sublime tornou o seu viver
Ela nasce e floresce para ao mundo trazer
O seu doce perfume de mulher...